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CURE intelligence / SCRIOO

Plataforma de inteligência de riscos em supply chain com IA.

Papel
Product Designer · Contribuidor individual
Escopo
Fluxos de UX, arquitetura de informação, simplificação do mapa de risco, comparação de fornecedores, testes de usabilidade e documentação de handoff
Colaboração
Produto, engenharia e stakeholders do cliente
Plataforma
Plataforma web
Duração
6 meses
Mapa de risco da SCRIOO aberto num laptop, ao lado de contêineres de transporte.
01 · O projeto em um minuto

O projeto em um minuto

A SCRIOO é uma plataforma de inteligência de riscos em supply chain com IA que ajuda empresas a monitorar fornecedores, entender sinais de risco e apoiar decisões operacionais.

O produto combina exploração de mapa de risco, informações de fornecedores, dados históricos de incidentes, filtros, documentos e fluxos relacionados a compliance.

Meu trabalho focou em tornar essa informação complexa mais fácil de escanear, comparar e agir sobre ela.

02 · Minha contribuição

Minha contribuição

Trabalhei como contribuidor individual em fluxos de UX, arquitetura de informação, padrões de interface, testes de usabilidade e documentação de handoff.

  1. Simplificar como o risco aparecia no mapa
  2. Desenhar formas mais claras de comparar incidentes de fornecedores ao longo do tempo
  3. Usar progressive disclosure para reduzir carga cognitiva
  4. Estruturar testes de usabilidade focados nas hipóteses de maior risco do time
  5. Documentar fluxos, estados e decisões para implementação

A informação de risco foi estruturada em camadas: primeiro severidade e localização, depois detalhes do fornecedor quando necessário.

Comparação antes e depois do mapa de risco, de uma UI escura densa para uma UI clara mais legível.
03 · O que tornava complexo

O que tornava complexo

O desafio era ajudar usuários a entender informação densa de risco sem esconder a complexidade por trás dela.

  1. Usuários precisavam ir de uma visão geral de risco para detalhes por fornecedor sem perder contexto.
  2. A interface combinava informação densa: mapas, categorias de risco, filtros, incidentes históricos, dados de fornecedores e documentos.
  3. O produto precisava mostrar detalhe suficiente para decisões informadas sem sobrecarregar a primeira camada da experiência.
  4. O mesmo modelo de risco precisava funcionar em visões de mapa, analytics e insights — incluindo mobile.
Três telas mobile mostrando o mapa de risco, analytics de incidentes e relatórios de insight.
04 · Como eu abordei

Como eu abordei

01

Entender a decisão

Antes de desenhar telas, trabalhei para entender o que os usuários precisavam decidir: onde o risco estava acontecendo, quão severo era e se um fornecedor precisava de ação.

02

Reduzir a primeira camada

Foquei no que os usuários precisavam ver primeiro, especialmente no mapa de risco, onde informação demais dificultava o escaneamento.

03

Testar fluxos incertos

Quando o time tinha perguntas em aberto, estruturei testes de usabilidade focados usando protótipos simplificados e participantes externos.

04

Documentar o sistema

Documentei fluxos, estados, regras de interação e detalhes de handoff para que engenharia pudesse implementar a experiência com menos ambiguidade.

Telas exploradas em mapa, analytics, filtros, documentos, mobile e temas claro/escuro.

Colagem de telas da SCRIOO — detalhe de risco, gráficos de incidentes, insights, fornecedores e documentos.
05 · Decisões-chave de design

Decisões-chave de design

Decisões de design que tornaram o produto mais fácil de escanear, comparar e agir.

01 · Simplificar os marcadores de risco no mapa

O mapa de risco exibia muitos marcadores ao mesmo tempo, cada um representando um risco potencial. Numa direção anterior, cada marcador tentava comunicar várias informações ao mesmo tempo.

Propus simplificar o sistema de marcadores para que a primeira camada comunicasse primeiro o sinal de risco mais importante. Detalhe adicional permanecia disponível progressivamente.

O argumento principal era que mostrar menos informação de início podia apoiar decisões mais rápidas, já que a função primária do mapa era direcionar atenção.

A severidade do risco era comunicada por cor para reconhecimento rápido, mas não só por cor. Também incluímos uma pista secundária para apoiar acessibilidade.

02 · Apoiar comparação de fornecedores ao longo do tempo

Trabalhei no Incident Through Time, uma funcionalidade que permitia comparar incidentes de dois ou mais fornecedores num período selecionado.

O objetivo era ajudar quem decide a entender como o risco de um fornecedor evoluiu ao longo do tempo, em vez de avaliar incidentes como eventos isolados.

Isso apoiava decisões como manter, substituir ou monitorar um fornecedor mais de perto.

03 · Usar progressive disclosure para informação densa de risco

Um princípio recorrente no projeto era que nem toda informação precisava aparecer no mesmo nível. A interface precisava apoiar uma sequência: identificar o que merece atenção, entender por que importa, e só então acessar o detalhe de apoio.

Progressive disclosure ajudou a reduzir carga cognitiva sem esconder a complexidade do risco em supply chain.

06 · Validação de usabilidade direcionada

Validação de usabilidade direcionada

Validando clareza sem acesso direto a usuários finais

Não tínhamos acesso direto a usuários finais, então estruturei testes de usabilidade focados com participantes externos.

O objetivo não era validar conhecimento de domínio. Era testar se pessoas vendo a interface pela primeira vez conseguiam entender a estrutura, seguir os fluxos principais, identificar sinais de risco importantes e completar tarefas específicas.

Testamos só as áreas onde o time tinha mais incerteza, como escaneamento do mapa, Incident Through Time e a transição de visão geral para detalhe.

Isso ajudou o time a sair do debate interno para decisões de design mais informadas por evidência, mantendo honestidade sobre os limites da pesquisa.

01 · Escaneamento do mapa

Pergunta
As pessoas conseguiam identificar os riscos mais importantes num mapa denso?

Teste
Múltiplos marcadores de risco num cenário simplificado.

Informou
Hierarquia de marcadores mais simples e pistas de severidade mais claras.

02 · Comparação de fornecedores

Pergunta
As pessoas conseguiam comparar incidentes de fornecedores ao longo do tempo?

Teste
Incident Through Time com dois ou mais fornecedores.

Informou
Hierarquia do gráfico, rótulos e fluxo de comparação.

03 · Detalhe progressivo

Pergunta
As pessoas conseguiam ir da visão geral ao detalhe sem sobrecarga?

Teste
Tarefa indo da visão geral do mapa ao detalhe de apoio.

Informou
Primeira camada mais leve com acesso progressivo ao detalhe.

Gráfico de incidentes ao longo do tempo comparando o índice de risco entre fornecedores em várias datas.
07 · Visuais selecionados

Visuais selecionados

Duas telas da SCRIOO sobrepostas: o mapa de risco com um popup de fornecedor, e o painel de detalhe de risco expandido.
08 · Resultado

Resultado

Folha de referência do design system mostrando estados de componentes: sidebar, filtros, detalhe de risco, modo de edição e modais.

Fundações de design system, tokens de tema e estados documentados apoiaram a implementação nos modos claro e escuro.

09 · Reflexão

Reflexão

Esse projeto reforçou uma lição que ainda uso bastante: em produtos complexos, o primeiro desafio de design não é a tela — é entender qual decisão a interface precisa apoiar.

Uma vez que isso estava claro, decisões de UI ficaram mais fáceis de explicar, testar e documentar.

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